4 de jul. de 2017




Foi uma história linda para se viver.
As vezes, olho para o passado e sorrio sozinha.
Lembranças das janelas, das conversas e das palavras que nunca faltaram.
O chamado com o fuso trocado, o imaginário numa nova órbita.
E quando apitava a câmera para um chamado rápido,
ali despia todo o euforismo do momento.
A satisfação do olhar, o tocar, o sentir.
De gole em gole, de vinho em vinho, de água em águas.
A menina disse adeus.
Foi se despir em outros mares ainda não navegados.