27 de set. de 2010

O tempo... ah! o tempo...

O tempo é um amigo em determinadas situações. Ele ajuda a determinar a necessidade, a vontade, o desejo, o impulso. Depois de algum tempo, as coisas podem mudar.
Existe mesmo a necessidade? Eu, digo que sim; o tempo pode me mostrar que não. O interessante é que o tempo, muitas vezes, consegue ser mais rápido que meus pensamentos, meus sentimentos e quando ele me diz não, eu simplemente não quero aceitar. Então, depois de um tempo, vem a aceitação e a compreensão.
Mas e a vontade? A vontade continua lá. O tempo apenas pode ajudar a diminuir a intensidade mas a vontade é grande demais, ela tem como tomar conta de tudo. Eu quis acreditar que com o tempo a vontade poderia caminhar por outros lados mas basta ouvir um som e voltar no tempo que a vontade reaparece. A vontade tem vida própria. Ela domina a mente, amolece as pernas, acelera o coração, dá um frio na barriga e o tempo se torna um grande inimigo. Isso tudo porque o tempo, de certa forma, mostra que a vontade precisa desacelerar.
Então vem o desejo. E o desejo, o que faco com ele? Esse permanece no subconsciente. O tempo tenta esconde-lo mas ele é fascinante. Ele mostra o que você realmente quer e como quer. Se o desejo não te pega durante o dia, com certeza aparece na calada da noite ou nos seus sonhos. Ah! os sonhos... os sonhos ficam sem controle algum e com um forte impulso ele te realiza por alguns segundos. Novamente o tempo controla o tempo desse impulso. Sonhar é tão bom.
Com o tempo sabemos o que temos em nossas mãos, em nossos corações, em nossas lembranças.
Te amo tanto, tempo!

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