Só o tempo dirá a verdade. Depois do veneno ter tomado conta da delicadeza que um dia lhe coube.
Te vestiu de branco, pés descalços, vento ao corpo. A verdade no olhar.
Nas rodas de areia, os pequenos grãos que flutuavam pairaram sobre os olhos.
Sentimentos a bailar na magia da ilusão.
E como bailou... lindamente, levemente e de tanta beleza até sorriu. Se despiu, se abriu.
Mas depois a frieza, o fel. Eis que veio a dor.
O gosto amargo da doce lembrança.
Priscila Maria
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