As cores de sua tinta sempre vivas
a pintar a vida entrelinhas.
A tela apresentada,
a felicidade da linha,
a cortina que cobria
o que não estava a vista.
Da janela se via
o verde a brilhar,
o ar a passar,
seu corpo a bailar.
Do espelho notava-se
o vermelho de suas maças ao sorrir,
o vento a iluminar
seu corpo em dias invernais.
Priscila Maria

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