As palavras, aquelas que estão escritas, foram lidas e relidas.
Cada pedacinho degustada com carinho.
Foi tanta gentileza, tanta sabedoria, tanto amor...
Numa época gostosa onde o que realmente importava era o sentimento.
Sabíamos pontuar em cada acentuação. As vezes um pouco atrapalhada mas havia concerto.
E quando os dedos eram mais rápidos que a consciência, paciência... lá ficava estampado e pronto.
Sem crise, sem alarde, sem nada saber ou tudo sabendo.
E por vezes vimos as fraquezas que nossos olhos escondiam. Mesmo assim, o sorriso estampado no rosto para acarinhar a vida.
E quando as tardes insistiam em andar devagar, o telefone tocava para acelerar o ritmo e deixar todo o resto para trás.
E tudo ficava mais leve, tudo com gostinho especial e sempre querendo mais.
Mas eis que a vida toma outro rumo e nos coloca em caminhos diversos.
O contato permaneceu, a amizade amadureceu mas certos assuntos não eram simples para expor.
O respeito sempre presente e assim não permitia uma invasão no espaço que não lhe foi dado.
Melhor assim. Sempre sábio.
Nossos outros vinhos, nossas outras cervejas ficaram para depois... um dia em outro plano. oh! my darling one...
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